A Última Ceia
1955

Como outros quadros
de Dali, A ÚLTIMA CEIA provoca amplas reações:
alguns críticos a denunciaram como banal, enquanto
outros acreditam que Dali conseguiu dar mais vida àa
imagem tradicional da devoção. Jesus e
seus 12 apóstolos estão reunidos numa
sala modernista envidraçada. Os apóstolos,
com as cabeças baixas, ajoelham em torno de uma
grande mesa de pedra, suas formas sólidas contrastam
com a transparência de Cristo. Dali construiu
este quadro baseando-se nos estudos de Leonardo da Vinci
( que pintou a mais famosa das Santas Ceias).
A Persistência
da Memória 1931

Este quadro tão
pequeno (24x33cm) é provavelmente a mais conhecida
de todas as obras de Dali. A flacidez dos relógios
dependurados e escorregando mostram uma preocupação
humana, com o tempo e a memória. O próprio
Dali está presente, na forma da cabeça
adormecida que já apareceu em outros quadros.
Segundo ele, a idéia do quadro ocorreu e como
a paisagem já estava pronta, levou apenas 2 horas
para realizá-lo. Quando Gala, voltou do cinema
e viu o quadro, previu que quem visse este quadro jamais
o esqueceria.
A
Desintegração da Persistência da
Memória 1952

Na reelaboração
do seu famoso Persistência da memória,
Dali usou o espírito da desintegração
nuclear. Um quadro simboliza a persistência
e o outro a desintegração. Tudo está
fragmentado em blocos geométricos; a maior
parte da cena está sob a água, que Dali
transformou numa espécie de pele, dependurada
num galho.
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